terça-feira, 25 de maio de 2010

O Lamento da Natureza


Certa vez, estava eu sentado numa rocha de grandes proporções. O cenário à minha volta era inamaginável. Um vasto lago de àgua cristalina estendia-se ao oeste, ladeado por imensas árvores e uma incrível variedade de plantas e flores. Borboletas de várias cores dançavam em espiral sobre o lago. As folhas das árvores farfalhavam ao vento, produzindo sons que eu nunca ouvira antes. Perguntei-me, se era eu digno de estar ali, de contemplar tamanha serenidade, pureza e beleza. Talvez não fosse, certamente eu nunca fui puro o sulficiente.


São em momentos desse gênero, que costumo me perguntar, por que o homem, um desflorador do mais puro dos lugares, não valoriza seu mais precioso tesouro? Tesouro este, que tão generosamente fora enviado dos altos céus pelo amado Criador.

3 comentários:

  1. Amei amigo continue assim
    e faça uma visita no meu blog
    to esperando vc escrever alguma coisa sobre mim
    rsrsrsrsrsrs
    bjs
    onde estão as suas poesias?
    to querendo ver mais do que textos sobre o universo

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  2. [green][i]eu escrevi uma coisa no me8u blog
    vai lá dár uma olhada

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