domingo, 1 de maio de 2011

Minha Arte, a Poesia

Cubro-me com o sacro manto azul,

Bordado com estrelas cor da prata.

O céu enche-se se luz

E meu ser eternamente canta!



Sou um poeta pueril,

Entoando versos sob este céu azul anil.

Minha paixão por ti será eterna,

Ó amada arte das palavras que tudo expressa.



Simples e ternos desejos

É somente o que almejo;

Selando, assim, com terno e apaixonado beijo.



Nas mágicas noites de luar,

Ah... solitário, meu coração não mais se sentirá,

Pois minha amada arte, a poesia, comigo eternamente caminhará.

No Jardim...

Envolto nas flores que tanto amo,

Ouço o som de um doce canto;

Vindo de uma voz distante,

Talvez das estrelas cintilantes.



Enquanto a corça clama por águas,

Deito-me sobre a grama molhada

E contemplo a lua meiga e sorridente,

Então, meu coração envolve-se num calor abrasador e ardente.



Há uma lenda sobre O amor que se esconde além do céu e do mar.

Se existe, como o posso encontrar?

Oh, vento sulista, se souberes, poderia me contar?



Assim, resta-me apenas sentar e escutar

O som da harpa celta a tocar;

Levando-me a lugares fantásticos que nunca pude imaginar.