Envolto nas flores que tanto amo,
Ouço o som de um doce canto;
Vindo de uma voz distante,
Talvez das estrelas cintilantes.
Enquanto a corça clama por águas,
Deito-me sobre a grama molhada
E contemplo a lua meiga e sorridente,
Então, meu coração envolve-se num calor abrasador e ardente.
Há uma lenda sobre O amor que se esconde além do céu e do mar.
Se existe, como o posso encontrar?
Oh, vento sulista, se souberes, poderia me contar?
Assim, resta-me apenas sentar e escutar
O som da harpa celta a tocar;
Levando-me a lugares fantásticos que nunca pude imaginar.
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